ah, estava me esquecendo de partilhar algo muito importante que aconteceu ontem.
bem, saí do trabalho, fui ao dentista como toda quarta-feira para apertar os tais ferros na boca (estou lutando há dois anos para deixá-los retinhos) aí pensei, vou passar na salgaderia para comer um pastel de palmito e tomar um copão de suco de caju e assim, atravessando a rua, mudei de idéia. o meu anjo me chamou de gorda. rs! e eu, parei bem no meio da rua e voltei. quando voltei olhei para dentro da salgaderia e quem vejo? a lila. é, aquela minha amiga que morro de saudades e que nem nos falamos mais. tudo bem, vi a lila, mas a sensação do nada me fez muito bem. é, porque antigamente eu sentia um aperto no coração, às vezes vontade de trucida-la e outras vontade de correr e pedir: conversa comigo, vai. mas dessa vez, foi a coisa mais normal do mundo, como se eu estivesse vendo alguém que não conheço. não sei se fico alegre ou triste com isso. é, porque pelo jeito ela já não mora mais tão dentro do meu peito assim. nossa, e esses dias senti uma saudade dela... não sei, estranho isso, não me acostumo com o fato das pessoas irem e virem da minha vida assim, entram sem dizer um oi e saem sem dizer um tchau. estranho isso. e bizarro. e triste. proque, na realidade queria conversar com ela, mas já fui atrás 03 vezes e ela com o coração gelado nem ligou.
ah, outro dia tive que ir depor e chegando lá quem encontro: a própria. foi engraçado porque eu não sabia do que se tratava e era da viagem que fizemos para ouro preto e no ônibus, mais exatamente em cima da nossa cabeça acharam um bolsa cheia de lança perfume. e adivinha para quem sobrou? para os quatros bobos que estavam mais pertos. ou melhor, para os 03 que estavam mais pertos porque o quarto integrante era realmente o propriOTÁRIO.
ah, que foi engraçado foi, para mim e para ela. porque eu olhei e falei assim: Ué, você aqui? Ah, não me diga que o negócio da viagem? ela fez que sim com a cabeça e eu: kkkkkkkkkk... depois eu até liguei para ela, para saber se o cara tinha falado mais alguma coisa e foi tão bom, porque nos falamos uns bons minutos e nos falamos bem normal, como se nada tivesse acontecido.
hoje eu ja não choro mais por causa disso, mas que bate saudade isso bate, e muito.
lila, te amo, viu!
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
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