nada aqui "fununcia" direito. parece praga de mãe, quando conserta uma coisa, quebra a outra.
então, o item quebrado agora é o interfone: ele está mudo. é, eu atendo aqui de cima e ninguém escuta la em baixo. e ai, acontece que tenho q caminhar uns 50 passos, descer um lance de 20 degraus e atender a porta. e numa dessas descidas irritantes olha só o que me aconteceu:
- oi gisele, gostaria de entregar um currículo, posso?
- claro que pode.
- vocês estão contratando?
- por enquanto não. (sempre digo isso!)
- na administração é só você?
- sim.
- deve ser bom trabalhar sozinha.
- é, muito. ninguém me incomoda. somos eu e a patroa.
- a tá. bem, mas qualquer coisa me dá um toque, tá?
- claro, pode deixar.
- até mais.
- tchau.
nossa, a menina me conhecia e eu não lembrava dela. e olha que tenho memória fotográfica.
essa moça estudou comigo no primário e depois fizemos magistério juntas.
meooooo, fiquei abismada, incrédula e sei mais lá o quê com o que vi.
ela era loirinha e gorda. é, mais do que eu, porque eu sou gordinha, mas ela era gorda.
hoje ela está um palito.
ela tinha o cabelo bem comprido e loiro. loiro ainda esta, mas meoooo, está curtissimo, cheio de gel e arrepiado.
ela era casada e conversando com a dri ela me disse que ela separou do marido e que agora virou lésbica. meoooo, levei um choque, porque ela nem tinha jeito, sabe. e toda essa mudança...
o susto não foi tanto pela sua aptidão pelo mesmo sexo, mas sim pela transformação mesmo, fisicamente. nada contra a opção sexual dela, mas sei lá... também quem sou eu para julgar.
putz, fiquei pensando, por onde andam meus outros amigos e amigas....
ei, se alguém ler isso aqui, manda noticias, tá.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
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