Tempo, né, que não apareço por aqui.
Tanta correria, muitas novidades, descobertas, mas que tem ficado somente na memória, no coração.
Mas um fato marcou minha vida, a morte do meu avô.
Tem sido difícil e sinceramente não tenho vontade de fazer nada, só chorar. Pode me falar que não adianta, que o que resta é rezar, fazer orações, mas não dá. Não dá mesmo.
Está doendo demais essa partida. Eu sempre achei que isso não iria acontecer, mesmo sabendo que isso, com a idade dele (88), estava cada vez mais próxima.
Há pessoas que me consolam com conversar do tipo, ele descansou. Só que quem conheceu meu avô sabe que ele não era cansado, pelo contrário, era mais jovem do que muitos jovens. Era alegre, feliz muito mais do que qualquer pessoa que já conheci.
Esse foi o problema. Ele envelheceu o corpo, mas a mente era de uma juventude invejada. Meu avô não estava cansado e muito menos desistiu de viver.
Meu avô era a vida, era a felicidade, a alegria.
Eu não queria ficar assim, tão pra baixo, porque sei que ele não gostaria de me ver assim, mas está sendo difícil suportar,a imaginar que nunca mais vou fazer carinho em seus poucos cabelos, pegar na sua mão, ouvir suas piadas sérias.
Vou dormir, é isso o que me resta.
Quem sabe eu acorde desse pesadelo sem graça e doloroso.
Eu posso estar sonhando... Quem sabe isso não passa um pouco!
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terça-feira, 12 de julho de 2011
sábado, 23 de outubro de 2010
A vida, velho, é feita de interesses...
Minha irmã e sobrinha cairam de bicicleta, e já que mãe é mãe, para não machucar a Malu, ela se estrepou toda.
Quebrou a ulna e o rádio (aquele da anteninha) e ainda por cima, fratura exposta.
A tal fratura exposta só foi descoberta quando o segundo médico viu, já que o primeiro nem colocou a mão nela. Dá prá acreditar? Como um cara que jura salvar vidas, nem coloca a mão num paciente?
E esse SUS??? Sim, porque ela não tem convênio e tivemos que esperar por um serviço que não é de graça, pois nós também pagamos esse SUS e inclusive o médico que acha que é Jesus, que nem coloca a mão e a pessoa já sai curada.
Bom, ai tivemos que esperar e o incrível era que ela seria mandada assim que surgisse a vaga para algum lugar da região: Franca, Batatais, Sertãozinho, Guariba... E onde fica Guariba???? E além disso, ela teria que ficar por lá, já que a ambulância só leva e não trás de volta! Dá pra acreditar nisso?
E se isso acontece com uma senhorinha, sozinha no mundo? Ela seria abandonada num lugar que ela nem conhece? Gente, cadê o bom senso, o senso do ridículo?
Bom, o que vale na vida é ter contatos, e contatos que de fato poderá te auxiliar de alguma coisa. A vida, velho, é feita de interesses! Eu te ajudo, você me ajuda e por ai vai o troca-troca.
E tínhamos a pessoa certa, com o contato certo e aí conseguimos a tal vaga, e rápido!
Fomos atendidos rápido, já que eu achei que demoraria uma vida, e assim que o médico viu o raio x já soltou: Vai ter que operar...
Até aí tudo bem, aí ele soltou: _Vai ter que operar agora, pois é fratura exposta...
Tivemos que ir até outro hospital para descobrir que a fratura era... exposta!
Tô indignada até agora...
Quebrou a ulna e o rádio (aquele da anteninha) e ainda por cima, fratura exposta.
A tal fratura exposta só foi descoberta quando o segundo médico viu, já que o primeiro nem colocou a mão nela. Dá prá acreditar? Como um cara que jura salvar vidas, nem coloca a mão num paciente?
E esse SUS??? Sim, porque ela não tem convênio e tivemos que esperar por um serviço que não é de graça, pois nós também pagamos esse SUS e inclusive o médico que acha que é Jesus, que nem coloca a mão e a pessoa já sai curada.
Bom, ai tivemos que esperar e o incrível era que ela seria mandada assim que surgisse a vaga para algum lugar da região: Franca, Batatais, Sertãozinho, Guariba... E onde fica Guariba???? E além disso, ela teria que ficar por lá, já que a ambulância só leva e não trás de volta! Dá pra acreditar nisso?
E se isso acontece com uma senhorinha, sozinha no mundo? Ela seria abandonada num lugar que ela nem conhece? Gente, cadê o bom senso, o senso do ridículo?
Bom, o que vale na vida é ter contatos, e contatos que de fato poderá te auxiliar de alguma coisa. A vida, velho, é feita de interesses! Eu te ajudo, você me ajuda e por ai vai o troca-troca.
E tínhamos a pessoa certa, com o contato certo e aí conseguimos a tal vaga, e rápido!
Fomos atendidos rápido, já que eu achei que demoraria uma vida, e assim que o médico viu o raio x já soltou: Vai ter que operar...
Até aí tudo bem, aí ele soltou: _Vai ter que operar agora, pois é fratura exposta...
Tivemos que ir até outro hospital para descobrir que a fratura era... exposta!
Tô indignada até agora...
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Doutor sim...

Esse mês meu primo se torna DOUTOR, e como é bom perceber que somos uma família.
Meu nego, a família pode te fazer uma pessoa melhor, mas também pode acabar com a sua vida. E a minha família me fez uma pessoa melhor, uma pessoa com preceitos, e uma família que me mostrou o que deveria fazer, mas sem me obrigar muito.
Estranho dizer isso, mas chega um momento da vida em que sabemos que eles estão ali do teu lado e ficam só te olhando e você vai andando, andando; às vezes olha pra trás atrás de um colo, de uma palavra e eles só ficam te olhando.
A minha familia se divide assim: Família da Mãe e Família do Pai.
A Família da Mãe é mais, digamos insensível, apesar de se amarem muito. Não são muito de demonstrar afeto e carinho pelos entes queridos, filhos e afins. Se preocupam com as crias, mais se preciso for, fingem que não estão nem aí. Eles podem até deixar os seus passarem penúria, mas entendam bem, "eles podem" e mais ninguém. As genitoras dessa família são firmes e não esperem um abraço ou um beijo sem que realmente mereçam (que eu me lembre, minha mãe nunca me beijou, assim, do nada). Beijos só acontecem em aniversários ou quando alguém vai viajar e passar alguns dias fora.
É uma família grande com 09 irmãos, mas um não interfere na vida do outro, como eles mesmos dizem: _ Somos sistemáticos e não gostamos das coisas erradas...
E eu herdei um pouco dessas mulheres. Fora o rosto da minha mãe, eu também sou sistemática, não gosto muito de conversa com quem não conheço e já sei de longe quando a pessoa é gente boa ou não.
O pessoal do bairro me chamavam (e deve chamar ainda) de metida.
A maioria puxaram pro meu avô. Porque ele era ssim, tinha o gênio forte e por ser assim também, sempre fui a queridinha do vô.
Minha avó, pelo que eu me lembre, sempre foi muito boazinha e uma coitada, meu avô judiava dela, minhas tias mais novas maltratavam-na, coisas de adolescentes fogosas e folgadas.
Somos também em uns 20 primos, e também herdamos a tal "negligência parental". Quase não nos vemos e que nos amamos e isso é fato, e pra mim, isso é normal.
Brincávamos na rua, compartilhávamos artes e idéias, mas o que nos restou foi a lembrança. Porque foi cada um pro seu lado, uns fumam e outros não suportam fumaça, outros casaram e outros separaram... E a vida continua.
Agora, a Família do Pai é a perfeita...
É carinhosa, acolhedora, tem o amor e o respeito nos olhos.
Sabe, se um dia venderem a casa do meu vô, talvez sou eu quem mais irá sofrer. Porque cresci ali, brinquei no quintal de terra.
Ajudava minha vó a semear as plantas para vende-las no dia das mães e em finados.
Era eu que ficava pendurada no portão esperando meu 'tio tião' chegar de viagem.
Sempre roubei doces da geladeira da vó (e como minha vó era linda!), é a mulher mais linda que já vi até hoje, mas linda que a minha mãe. E como ela era brava e mais brava que a minha mãe. E ela batia na gente, mas também ensinava sobre as estrelas, e falava dos cometas. Foi ela que ficou comigo para ver as chuvas de meteóros e também o cometa de Halley (alguém viu?!), ela que me falava das rosas e das orquídeas que hoje moram lá em casa.
Era na casa da Família Corrêa que todo o domingo se uniam pra almoçar os filhos e os netos, e que depois do almoço as tias nos "obrigavam" a dormir e depois, como recompensa nos davam doces caseiros que já haviam sido furtados por mim, a neta mais velha...
Minha avó cuidou de mim e sempre que possível me mimou ao máximo... Era o colo dela que eu procurava quando as brigas com a mãe me magoavam e eu tinha vontade de fugir e fugir, pra mim, sempre foi pra casa dos meus avós.
A Família Corrêa eu posso abraçar sem vergonha e até hoje posso pedir: _Bença tia, bença vô, bença tio...
E, lendo o convite do meu primo, Dr. Nahim, me lembrei, como num filme, de tudo isso, e de como hoje eu dou importância para a minha família.
E minha família não é a mais perfeita, pelo contrário, está bem longe disso, mas é a mais bonita.
Familia do Pai e da Mãe: AMO VOCÊS!!!!
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Gisele Pura
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Irmãs.... Errrrrrrrrr
Alguém poderia me dizer ou descrever, qual a sensação de ser filho (a) único (a)?
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Aiiiiiiiiiiiiiiiii.....
Que eu amo Djavan, todo mundo já sabe...
Que no meu casamento - sim, porque eu vou casar - vai tocar Djavan todo mundo também já sabe...
Essa é maravilhosa:
Que no meu casamento - sim, porque eu vou casar - vai tocar Djavan todo mundo também já sabe...
Essa é maravilhosa:
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quarta-feira, 3 de setembro de 2008
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Percas
Meu tio Luizinho faleceu... A familia Silva Corrêa se reunirá mais uma vez em menos de 03 anos e do mesmo jeito.
Triste nos reunirmos assim, mas fazer o quê? Aí se reunem todos os os filhos, os filhos dos filhos e os filhos dos filhos dos filhos e aí sai conversa, conversa que não se aproveita nada. Quando não se convive, as coisas ficam difíceis e aí... Minhas primas não se dão, na verdade uma não se dá com as outras de fora, e aí começa. Elas, na verdade, nem sabem que a daqui não topa muito elas. E a daqui vive reclamando que eles não ligar pra família e, eu fico no meio. Até concordo em partes com a minha prima daqui, mas também não tenho muito o que cobrar das outras, pois não vivemos juntas, não tivemos contato e nem afinidades temos, e pra mim, fim de assunto.
Meu tio bebe desde que eu me conheço por gente. Já ficou N vezes internado, às vezes ficava meses sem colocar uma gota de àlcool na boca, às vezes achava que toda a bebida ia acabar então, bebia tudo de uma vez só, como o filho revoltado da vovó, o caçula, destampava a beber e ainda dizia que bebia de pirraça. Pirraça pra ele, né. E, de tanto beber, hoje se foi... Mas vejo que o vício realmente falou mais alto e, é doloroso ver que o vício venceu e que ele foi fraco e perdeu.
No velório, lembrei da última conversa que tive com ele e chorei. Pedi pra ele se cuidar, pra ele tomar conta do meu avô, porque meu avô precisava de alguém presente que cuidadesse dele, que fosse uma boa companhia, e ele, ficou sério, e me disse que não bebia. Falei que se ele bebesse mais, um dia ele iria acordar dentro de uma clínica bem longe daqui, aí ele ficou olhando com um rosto de medo e ficou pensando, pensando e pensando... não falou nada. Por alguns dias, essa conversa valeu, porque deu uma parada, mas voltou novamente e pra sempre.
Fizemos o que foi possível, todos fizeram de tudo pra ajudá-lo, mas ele não quis se ajudar e assim, acabou de um jeito deplorável e triste. Melhor minha vó já ter partido antes, acho que não aguentaria vê-lo e perdê-lo.
Agora, ficou meu avô, que chorou muito, e vê-lo chorar percebi o quanto ele é importante pra mim, é a base da minha família. E, como ele é forte, apesar do seu jeitinho franzino, e como é carinhoso com todos nós...
E como um dia a Isadora disse: _ Ah... o vô Tilé é tão bonitinho!!!
Triste nos reunirmos assim, mas fazer o quê? Aí se reunem todos os os filhos, os filhos dos filhos e os filhos dos filhos dos filhos e aí sai conversa, conversa que não se aproveita nada. Quando não se convive, as coisas ficam difíceis e aí... Minhas primas não se dão, na verdade uma não se dá com as outras de fora, e aí começa. Elas, na verdade, nem sabem que a daqui não topa muito elas. E a daqui vive reclamando que eles não ligar pra família e, eu fico no meio. Até concordo em partes com a minha prima daqui, mas também não tenho muito o que cobrar das outras, pois não vivemos juntas, não tivemos contato e nem afinidades temos, e pra mim, fim de assunto.
Meu tio bebe desde que eu me conheço por gente. Já ficou N vezes internado, às vezes ficava meses sem colocar uma gota de àlcool na boca, às vezes achava que toda a bebida ia acabar então, bebia tudo de uma vez só, como o filho revoltado da vovó, o caçula, destampava a beber e ainda dizia que bebia de pirraça. Pirraça pra ele, né. E, de tanto beber, hoje se foi... Mas vejo que o vício realmente falou mais alto e, é doloroso ver que o vício venceu e que ele foi fraco e perdeu.
No velório, lembrei da última conversa que tive com ele e chorei. Pedi pra ele se cuidar, pra ele tomar conta do meu avô, porque meu avô precisava de alguém presente que cuidadesse dele, que fosse uma boa companhia, e ele, ficou sério, e me disse que não bebia. Falei que se ele bebesse mais, um dia ele iria acordar dentro de uma clínica bem longe daqui, aí ele ficou olhando com um rosto de medo e ficou pensando, pensando e pensando... não falou nada. Por alguns dias, essa conversa valeu, porque deu uma parada, mas voltou novamente e pra sempre.
Fizemos o que foi possível, todos fizeram de tudo pra ajudá-lo, mas ele não quis se ajudar e assim, acabou de um jeito deplorável e triste. Melhor minha vó já ter partido antes, acho que não aguentaria vê-lo e perdê-lo.
Agora, ficou meu avô, que chorou muito, e vê-lo chorar percebi o quanto ele é importante pra mim, é a base da minha família. E, como ele é forte, apesar do seu jeitinho franzino, e como é carinhoso com todos nós...
E como um dia a Isadora disse: _ Ah... o vô Tilé é tão bonitinho!!!
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Saudades...
Bem, realmente agora meus sobrinhos vão embora pra Salto. Já chorei muito, mas como sou da opinião que a tristeza deve durar no máximo uma semana, já estou me acostumando sem a bagunça lá de casa.
Vou sentir falta... Como é dificil viver longe de quem se ama!!!
Quando minha avó morreu, sofri horrores. Passou, demorou, mas passou. Só ficou a saudade que muitas vezes aperta aqui dentro, dói tanto que parece que levei uma facada e que torceram a faca dentro de mim. Não é exagero, não. Dói mesmo, quem já passou por isso sabe do que estou falando.
Quando minhas irmãs casaram, senti saudade no início, na primeira semana, mas depois me acostumei, e assim, foi com todos aqueles que entraram e saíram da minha vida.
Fui aprendendo a me acostumar com tudo. Vou guardando somente as recordações boas de cada um.
E, eles, meus sobrinhos Liniker e Isadora se vão pra longe. Sabe, eles fazem uma bagunça barulhenta lá em csa que até irrita, mas vou sentir saudades dos berros que dava com eles. Ainda bem que a Maria Luiza, minha outra sobrinha mora perto; essa é figuraça... Tudo que a gente faz ela repete. Outro dia estava treinando tae gulk e quando olhei ela estava me imitando... Imagina o que fiz? Mordi, né...
Ontem, tive reunião de pregação e foi muito boa, boa mesmo.
Parece que agora me animei realmente, como no início.
Ah, eu amo pregar, dar palestra, falar de tudo o que Cristo pode fazer...
Estou aprendendo os tals sambo daerion, que agora é sebom kiorigui. É assim mesmo, quando me acostumo com a pronúncia, muda.
Treinar sozinha é díficil, mas estou me esforçando.
Se o Rafa tivesse feito essa apostila antes, provavelmente hoje eu seria craque.
O Rafa, é o faixa azul que treina comigo, esforçado que só ele, sabe tudo. Sabe explicar e ensinar, muito educado e é coroinha. Será um ótimo mestre se prosseguir.
Bem, na próxima semana tem o exame de faixa e não treinei mais kiopá. Vou treinar este fim de semana, principalmente concentração.
Hummm... esse fim de semana tem aprofundamento de oração, vou ter que conseguir um jeito de treinar...
Vou sentir falta... Como é dificil viver longe de quem se ama!!!
Quando minha avó morreu, sofri horrores. Passou, demorou, mas passou. Só ficou a saudade que muitas vezes aperta aqui dentro, dói tanto que parece que levei uma facada e que torceram a faca dentro de mim. Não é exagero, não. Dói mesmo, quem já passou por isso sabe do que estou falando.
Quando minhas irmãs casaram, senti saudade no início, na primeira semana, mas depois me acostumei, e assim, foi com todos aqueles que entraram e saíram da minha vida.
Fui aprendendo a me acostumar com tudo. Vou guardando somente as recordações boas de cada um.
E, eles, meus sobrinhos Liniker e Isadora se vão pra longe. Sabe, eles fazem uma bagunça barulhenta lá em csa que até irrita, mas vou sentir saudades dos berros que dava com eles. Ainda bem que a Maria Luiza, minha outra sobrinha mora perto; essa é figuraça... Tudo que a gente faz ela repete. Outro dia estava treinando tae gulk e quando olhei ela estava me imitando... Imagina o que fiz? Mordi, né...
Ontem, tive reunião de pregação e foi muito boa, boa mesmo.
Parece que agora me animei realmente, como no início.
Ah, eu amo pregar, dar palestra, falar de tudo o que Cristo pode fazer...
Estou aprendendo os tals sambo daerion, que agora é sebom kiorigui. É assim mesmo, quando me acostumo com a pronúncia, muda.
Treinar sozinha é díficil, mas estou me esforçando.
Se o Rafa tivesse feito essa apostila antes, provavelmente hoje eu seria craque.
O Rafa, é o faixa azul que treina comigo, esforçado que só ele, sabe tudo. Sabe explicar e ensinar, muito educado e é coroinha. Será um ótimo mestre se prosseguir.
Bem, na próxima semana tem o exame de faixa e não treinei mais kiopá. Vou treinar este fim de semana, principalmente concentração.
Hummm... esse fim de semana tem aprofundamento de oração, vou ter que conseguir um jeito de treinar...
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Dos parabéns....
Nunca tive uma níver tão desanimado!
Não pelas pessoas, mas por mim mesma...
Desânimo total, e olha que eu amo níver, com bolo, churrasco e toda a galera reunida, mas nesse ano tudo foi muito diferente.
O pessoal ligou pra cumprimentar:
_ E ai, tem churras?
E eu: _ Não!
_ E bolo?
e eu: _ Não!
_Ow... vamos sair então, comemorar...
_ Ah, sei lá, acho que não.
_ Credo! Eu não vou deixar você ficar em casa nessa deprê, porque é capaz de fazer alguma besteira, tipo se matar, ou sei lá...
Acabei cedendo... e saí... e a pé... fazia tempo que não fazia isso, andar a pé a noite e de salto.
Fomos eu, a Laine, a Nilzinha, o Robson e o Marcelo.
Saí pensando, comemorar o quê? Me diz? Meus 32 anos solitários, sem ninguém que me ame e o pior, sem alguém pra eu amar? E, essas perguntas ainda estão martelando aqui na minha cabeça. Parece que nada vale a pena...
Mas, o passeio foi ótimo, devo admitir... Também, com essa turma impossível não ser.
Talvez o desânimo tenha sido pelo fato da mudança da minha irmã pra salto, não por ela, mas pelos sobrinhos que vão embora... preocupação de tia...
Fazer o quê?
Se os filhos não são pra sempre dos pais, imagem sobrinhos pros tios...
Não pelas pessoas, mas por mim mesma...
Desânimo total, e olha que eu amo níver, com bolo, churrasco e toda a galera reunida, mas nesse ano tudo foi muito diferente.
O pessoal ligou pra cumprimentar:
_ E ai, tem churras?
E eu: _ Não!
_ E bolo?
e eu: _ Não!
_Ow... vamos sair então, comemorar...
_ Ah, sei lá, acho que não.
_ Credo! Eu não vou deixar você ficar em casa nessa deprê, porque é capaz de fazer alguma besteira, tipo se matar, ou sei lá...
Acabei cedendo... e saí... e a pé... fazia tempo que não fazia isso, andar a pé a noite e de salto.
Fomos eu, a Laine, a Nilzinha, o Robson e o Marcelo.
Saí pensando, comemorar o quê? Me diz? Meus 32 anos solitários, sem ninguém que me ame e o pior, sem alguém pra eu amar? E, essas perguntas ainda estão martelando aqui na minha cabeça. Parece que nada vale a pena...
Mas, o passeio foi ótimo, devo admitir... Também, com essa turma impossível não ser.
Talvez o desânimo tenha sido pelo fato da mudança da minha irmã pra salto, não por ela, mas pelos sobrinhos que vão embora... preocupação de tia...
Fazer o quê?
Se os filhos não são pra sempre dos pais, imagem sobrinhos pros tios...
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Dos heróis de carne e osso
Do post anterior foi que nasceu esse...
Meu vô, meu eterno héroi, meu rei.
O vô Tilé é o cara mais alegre e pra cima que conheci, mesmo já com seus 80 e tantos anos ainda trabalha, anda de bicicleta e vive com um sorriso sincero no rosto.
Olhando nele, sempre lembro da minha vó, já que viveram juntos 57 anos. É impossivel imaginar ele sem ela, mesmo com a ausência dela.
Quando minha vó morreu, demorei uns dias pra assimilar, porque minha vó era uma mulher forte, como minha mãe, só que mais boazinha.
E, meu avô é como meu pai, meu herói...
Lembro que quando criança, eu vivia penteando meu avô... hoje já não dá mais, porque como ele diz: _Agora posso andar de bicicleta tranquilo, porque o cabelo não cai mais nos olhos.
Uma vez ele foi atropelado por uma ambulância, e era quase fim de ano, eu ainda era uma criança, e no Natal ele não reconhecia mais ninguém, lembro que foi aquela correria. Passou o fim de ano se recuperando da cirurgia na cabeça. E a minha alegria era pentear o cabelo dele e ficar procurando o lugar da cirurgia. Esses dias eu fiz isso novamente...
Minha vó dizia que a alegria dele era quando nascia uma neta, ficava todo feliz e orgulhoso. Claro que se alegrava com os netos, mas com as meninas era um xodó e, é até hoje.
Às vezes, quando vai lá em casa, eu fico olhando ele e meu pai conversar, tomando cerveja e rindo à toa. Conta histórias do tempo em que era moço, quando era pracinha em São Paulo e descascava batata no exército e do tempo em que era garanhão, é, porque ele namorou minha tinha Aparecida e casou com a irmã dela (minha vó), ai eu sempre falo: _ Vô o senhor de português nao tem nada, hein... Espertinho!
Ah e como disse um dia a Isadora:
_ Ah... o vô Tilé é tão bonitinho!!!
Pra mim, ele é o mehlor avô do mundo, meu herói...
Meu vô, meu eterno héroi, meu rei.
O vô Tilé é o cara mais alegre e pra cima que conheci, mesmo já com seus 80 e tantos anos ainda trabalha, anda de bicicleta e vive com um sorriso sincero no rosto.
Olhando nele, sempre lembro da minha vó, já que viveram juntos 57 anos. É impossivel imaginar ele sem ela, mesmo com a ausência dela.
Quando minha vó morreu, demorei uns dias pra assimilar, porque minha vó era uma mulher forte, como minha mãe, só que mais boazinha.
E, meu avô é como meu pai, meu herói...
Lembro que quando criança, eu vivia penteando meu avô... hoje já não dá mais, porque como ele diz: _Agora posso andar de bicicleta tranquilo, porque o cabelo não cai mais nos olhos.
Uma vez ele foi atropelado por uma ambulância, e era quase fim de ano, eu ainda era uma criança, e no Natal ele não reconhecia mais ninguém, lembro que foi aquela correria. Passou o fim de ano se recuperando da cirurgia na cabeça. E a minha alegria era pentear o cabelo dele e ficar procurando o lugar da cirurgia. Esses dias eu fiz isso novamente...
Minha vó dizia que a alegria dele era quando nascia uma neta, ficava todo feliz e orgulhoso. Claro que se alegrava com os netos, mas com as meninas era um xodó e, é até hoje.
Às vezes, quando vai lá em casa, eu fico olhando ele e meu pai conversar, tomando cerveja e rindo à toa. Conta histórias do tempo em que era moço, quando era pracinha em São Paulo e descascava batata no exército e do tempo em que era garanhão, é, porque ele namorou minha tinha Aparecida e casou com a irmã dela (minha vó), ai eu sempre falo: _ Vô o senhor de português nao tem nada, hein... Espertinho!
Ah e como disse um dia a Isadora:
_ Ah... o vô Tilé é tão bonitinho!!!
Pra mim, ele é o mehlor avô do mundo, meu herói...
terça-feira, 22 de julho de 2008
terça-feira, 27 de maio de 2008
Tudo por causa dos Corrêa
Hehe...
estou fãnha!
Já acordo fãnha, fico fãnha o resto do dia e vou dormir fãnha... será que ronco fãnho?
Nariz "entopido" (porque fãnho fala assim)me irrita e me dá um coisa ruim.
Sei lá, um negócio estranho, tipo afogamento no chuvisqueiro, uma coisa sem noção.
Hoje, sinceramente, queria chegar em casa e ficar quietinha dentro do meu quarto. É, porque por esses dias, ou melhor, desde ontem, estou num nervosimo escancarado, quase brutal. Se me perguntam algo, eu tenho que me controlar pra não dar uma má resposta. Isso se for uma pergunta leve, coisinha básica; mas, se for uma pergunta de alto nível que mereça uma resposta toda especial... aí já é... esporro total.
Tudo por causa dos Corrêa, minha família...
Sei que não deveria me meter nos relacionamentos familiares, eu até evito, finjo que não vejo certas coisas, mas há momentos que, meu caro amigo, é melhor morrer.
Minha irmã, se casou cedo, se separou cedo e teve 02 filhos cedo.
Agora essa minha mesma irmã, arrumou um cara, que já está morando com ela, já fez mais um filho nela, não trabalha, tem um pai que quer morar com eles e que também não trabalha.
Aí eu pergunto: em que mundo, ou melhor, em que século minha irmã vive?
Falei que não iria me meter, mas não me contive e ontem soltei os cachorros... tenho vontade de dar um soco na cara dela... Bicho burro... Atrasada...
Penso que precisamos de homem pra nos dar segurança, nos ajudar nos momentos difíceis e ela me arruma um que putaquepariu, não tem condições de oferecer nada disso e ainda trás o pai junto?
Não sei, as mulheres lutaram tanto pela liberdade que tem horas que penso que antigamente era melhor, bem melhor.
Ai, como já disse, dei um esporro lá em casa e já avisei, que se esse pai for morar lá o bicho vai pegar, porque vou criar caso... tenho sobrinhos lindos e com tudo que vem acontecendo por aí, ela é louca de deixar um homem que nem conhece direito ficar com eles.
Não queria, mas não tem jeito... vou ter que me meter e ainda por cima fãnha!
estou fãnha!
Já acordo fãnha, fico fãnha o resto do dia e vou dormir fãnha... será que ronco fãnho?
Nariz "entopido" (porque fãnho fala assim)me irrita e me dá um coisa ruim.
Sei lá, um negócio estranho, tipo afogamento no chuvisqueiro, uma coisa sem noção.
Hoje, sinceramente, queria chegar em casa e ficar quietinha dentro do meu quarto. É, porque por esses dias, ou melhor, desde ontem, estou num nervosimo escancarado, quase brutal. Se me perguntam algo, eu tenho que me controlar pra não dar uma má resposta. Isso se for uma pergunta leve, coisinha básica; mas, se for uma pergunta de alto nível que mereça uma resposta toda especial... aí já é... esporro total.
Tudo por causa dos Corrêa, minha família...
Sei que não deveria me meter nos relacionamentos familiares, eu até evito, finjo que não vejo certas coisas, mas há momentos que, meu caro amigo, é melhor morrer.
Minha irmã, se casou cedo, se separou cedo e teve 02 filhos cedo.
Agora essa minha mesma irmã, arrumou um cara, que já está morando com ela, já fez mais um filho nela, não trabalha, tem um pai que quer morar com eles e que também não trabalha.
Aí eu pergunto: em que mundo, ou melhor, em que século minha irmã vive?
Falei que não iria me meter, mas não me contive e ontem soltei os cachorros... tenho vontade de dar um soco na cara dela... Bicho burro... Atrasada...
Penso que precisamos de homem pra nos dar segurança, nos ajudar nos momentos difíceis e ela me arruma um que putaquepariu, não tem condições de oferecer nada disso e ainda trás o pai junto?
Não sei, as mulheres lutaram tanto pela liberdade que tem horas que penso que antigamente era melhor, bem melhor.
Ai, como já disse, dei um esporro lá em casa e já avisei, que se esse pai for morar lá o bicho vai pegar, porque vou criar caso... tenho sobrinhos lindos e com tudo que vem acontecendo por aí, ela é louca de deixar um homem que nem conhece direito ficar com eles.
Não queria, mas não tem jeito... vou ter que me meter e ainda por cima fãnha!
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Presente de mãe
_ Nossa, como você é pão-dura!!! Era só falar que eu pagava a diferença...
Tive que ouvir isso da minha mãe, por causa do presente que não serviu.
_ É? Se a senhora tivesse junto, garanto que teria escolhido e eu não teria que ficar tentando adivinhar o teu gosto.
Rebati...
_ É, eu sei disso...
Tive que ouvir isso da minha mãe, por causa do presente que não serviu.
_ É? Se a senhora tivesse junto, garanto que teria escolhido e eu não teria que ficar tentando adivinhar o teu gosto.
Rebati...
_ É, eu sei disso...
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Presentes pessoais
Não sei se já escrevi aqui, mas eu não gosto de dar presentes pessoais, tipo roupa, perfume, sapato...
_ Mãe, nós vamos te dar um jogo de panela, mesmo eu achando que isso não é presente para mãe e sim, para a casa, mas se a senhora quer...
_ Ó, me dá um sapato que tá bom...
(beleza... vai custar bem mais barato!)
Fui, então, na metrópole ribeirão, no sábado de manhã...
Meu, eu não sirvo pra comprar essas coisas, será que é porque eu não gosto de ganhar isso? Quando tenho quer dar presente, gosto de imaginar o que mais surpreenderia a pessoa e aí sim, após inúmeras pesquisas imaginárias, eu compro.
Mas a dona Lúcia quis um sapato e como foi dificil achar um sapato que fosse fiel a descrição que ela havia me dito.
_Ó, tem que ter saltinho, nao muito alto nem muito baixo, de couro bem macio pra não machucar o meu calcanhar; não precisa ser muito fechado não...
Ainda bem que quando vou em ribeirão sempre penso que estou passeando, então a tarefa se torna prazerosa.
E depois, de entrar em 05 lojas de sapato, lá encontrei o que mais se parecia com a descrição.
- Moça, é pra minha mão, mas eu posso experimentar? É que quero ver se vai dar certo...
_ Sim...
_ Bem, se eu uso, 37 e ela usa 36 e se o 36 ficou certinho pra mim, pra ela tem que ser então 35.
(...)
_ Mãe, espero que a senhora goste.
_ Ó, ficou pequeno, mas a mãe gostou e vai trocar, tá... brigada, filha!
(...)
Sem falar que fui comprar uma roupa pra Isadora e também, comprei menor...
Se por acaso alguém precisar de ajuda na hora de comprar roupa, pode contar comigo...
Agora, se forem me pedir algo, por favor, não me implore essas coisas...
Ouvindo: Tudo é do Pai, Banda Dom
_ Mãe, nós vamos te dar um jogo de panela, mesmo eu achando que isso não é presente para mãe e sim, para a casa, mas se a senhora quer...
_ Ó, me dá um sapato que tá bom...
(beleza... vai custar bem mais barato!)
Fui, então, na metrópole ribeirão, no sábado de manhã...
Meu, eu não sirvo pra comprar essas coisas, será que é porque eu não gosto de ganhar isso? Quando tenho quer dar presente, gosto de imaginar o que mais surpreenderia a pessoa e aí sim, após inúmeras pesquisas imaginárias, eu compro.
Mas a dona Lúcia quis um sapato e como foi dificil achar um sapato que fosse fiel a descrição que ela havia me dito.
_Ó, tem que ter saltinho, nao muito alto nem muito baixo, de couro bem macio pra não machucar o meu calcanhar; não precisa ser muito fechado não...
Ainda bem que quando vou em ribeirão sempre penso que estou passeando, então a tarefa se torna prazerosa.
E depois, de entrar em 05 lojas de sapato, lá encontrei o que mais se parecia com a descrição.
- Moça, é pra minha mão, mas eu posso experimentar? É que quero ver se vai dar certo...
_ Sim...
_ Bem, se eu uso, 37 e ela usa 36 e se o 36 ficou certinho pra mim, pra ela tem que ser então 35.
(...)
_ Mãe, espero que a senhora goste.
_ Ó, ficou pequeno, mas a mãe gostou e vai trocar, tá... brigada, filha!
(...)
Sem falar que fui comprar uma roupa pra Isadora e também, comprei menor...
Se por acaso alguém precisar de ajuda na hora de comprar roupa, pode contar comigo...
Agora, se forem me pedir algo, por favor, não me implore essas coisas...
Ouvindo: Tudo é do Pai, Banda Dom
quinta-feira, 20 de março de 2008
Terça-Feira
Chegou, jogou a bolsa no quarto e foi ver o que tinha para comer.
Sopa!
Voltou ao quarto e arrumou a cama como de costume: colocou as almofadas e retirou o travesseiro, pois o acha alto demais. Estendeu o edredom do lado azul, no quarto azul. egou um moleton e um camiseta, mas não resistiu ao pijama curto e azul. É, ela ama azul.
Pequenas frase ditas e troca de carinho com os sobrinhos.
Foi para o banho, se lavou do cansaço e da tristeza em ver os sobrinhos assim, ao léo; é, ela sabe que não estão ao léo, é que às vezes passa isso pela sua cabeça.
Saiu do banho já de pijama e esquentou a sopa feita como ela gosta: sem carne e com bastante legume.
E, sentando-se à mesa sozinha, pegou o pão e lembrou-se da avó que sempre fazia esse mesmo gesto ao tomar sopa. E, sentiu saudades, muitas saudades.
Tomou duas colheradas e pensou junto com o tic tac do relógio:
_ Vou ler algo. Pensou nos poemas, nos fanzines e até na biblia.
Num salto, levantou-se dizendo: _ Vou ler Quintana!
Saiu do seu mundinho sereno e atravessou a sala barulhenta e foi até o armário onde guardava os livros, e lá, junto com o Quintana estava o Pessoa; ficou na dúvida mas preferência é preferência: Quintana.
E leu um poema que falava de Deus.
Gosta do Quintana por isso, pela fé, pelo ser humano humano, um ser verdadeiro.
... tic tac do relógio...
... Quintana ...
Levantou-se, pegou mais um pouco de sopa enquanto o mundo acontecia na sala de tv.
Sentou-se a mesa novamente lembrando do dia de amanhã, o quanto seria corrido.
Uma colherada, tic tac e Quintana... e assim voltara para o seu mundinho sereno.
Sopa!
Voltou ao quarto e arrumou a cama como de costume: colocou as almofadas e retirou o travesseiro, pois o acha alto demais. Estendeu o edredom do lado azul, no quarto azul. egou um moleton e um camiseta, mas não resistiu ao pijama curto e azul. É, ela ama azul.
Pequenas frase ditas e troca de carinho com os sobrinhos.
Foi para o banho, se lavou do cansaço e da tristeza em ver os sobrinhos assim, ao léo; é, ela sabe que não estão ao léo, é que às vezes passa isso pela sua cabeça.
Saiu do banho já de pijama e esquentou a sopa feita como ela gosta: sem carne e com bastante legume.
E, sentando-se à mesa sozinha, pegou o pão e lembrou-se da avó que sempre fazia esse mesmo gesto ao tomar sopa. E, sentiu saudades, muitas saudades.
Tomou duas colheradas e pensou junto com o tic tac do relógio:
_ Vou ler algo. Pensou nos poemas, nos fanzines e até na biblia.
Num salto, levantou-se dizendo: _ Vou ler Quintana!
Saiu do seu mundinho sereno e atravessou a sala barulhenta e foi até o armário onde guardava os livros, e lá, junto com o Quintana estava o Pessoa; ficou na dúvida mas preferência é preferência: Quintana.
E leu um poema que falava de Deus.
Gosta do Quintana por isso, pela fé, pelo ser humano humano, um ser verdadeiro.
... tic tac do relógio...
... Quintana ...
Levantou-se, pegou mais um pouco de sopa enquanto o mundo acontecia na sala de tv.
Sentou-se a mesa novamente lembrando do dia de amanhã, o quanto seria corrido.
Uma colherada, tic tac e Quintana... e assim voltara para o seu mundinho sereno.
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quarta-feira, 12 de março de 2008
isadora...
_ tia, como faço essa lição?
_ é só colar alguns elementos, pode ser sementes, grãos...
e ela fez certinho.
quando cheguei em casa ontem a noite, a lição estava em cima da mesa e percebi que estava faltando pra ela fazer. fui lá, e fiz pra ela.
_ linda, a tia terminou a sua lição..
_ ei tia... brigada, viu... (com um sorrisão no rosto.)
* esse sorriso iluminou o dia.
_ é só colar alguns elementos, pode ser sementes, grãos...
e ela fez certinho.
quando cheguei em casa ontem a noite, a lição estava em cima da mesa e percebi que estava faltando pra ela fazer. fui lá, e fiz pra ela.
_ linda, a tia terminou a sua lição..
_ ei tia... brigada, viu... (com um sorrisão no rosto.)
* esse sorriso iluminou o dia.
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quarta-feira, 5 de março de 2008
tia, você tem deiz real...
felicidade para mim é fazer o outro feliz!!!
se você está feliz, eu, mesmo que esteja triste, lá no fundinho também estarei feliz.
- tia, você tem "deiz real" pra comprar esses "livrinho"?
- tem o quê?
- tá... dez reais pra comprar os livrinhos.
- não. a titia nao recebeu ainda.
- ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh....
mas aí durante o treino de tkd fiquei pensando nos trinta reais que deveria ter deposiatdo para o sabonim e que estavam lá, dando sopa, na carteira... e fiquei lembrando da carinha de decepção da isadora.
fui no abastecimento e foi níver do meu coordenador :
~> fizemos uma festa surpresa com declarações e tudo <~
e vê-lo chorar de felicidade foi bom... como é bom ser querido, ser amado.
eu: - Irmão, nas suas tribulações, lembre-se de nós que te amamos muito!
márcio: - nunca me esquecerei dessa festa, porque para mim foi a melhor festa da minha vida!
foi bom... foi um momento gostoso, de fraternidade. ser de Deus é isso: ser feliz com a felicidade do próximo.
voltando a isadora... acordei com ela pedindo dinheiro baixinho para o meu pai, e claro, minha mãe gritando do outro lado que não tinha dinheiro, porque para a minha mãe não há nada mais importante que dinheiro... todo dia a todo momento só fala nessa coisa, nem vive por causa dele e isso consegue estragar o meu dia.
mas lembrei do dinheiro do sabonim... fui lá peguei e disse:
- isadora, escuta aqui... eu vou te emprestar os dez reais, tá. e assim que você começar a trabalhar você me paga, certo?
^^ ^^
- posso te pagar só cinco tia?
kkkkkkkkkkkkkkk.... já é turca desde cedo, hein!!!!
e ela ficou rindo à toa e eu com o coração feliz, muito feliz mesmo!!!
* isadora, minha sobrinha do meio, tem só 5 aninhos... até ela comecar a trabalhar.....
se você está feliz, eu, mesmo que esteja triste, lá no fundinho também estarei feliz.
- tia, você tem "deiz real" pra comprar esses "livrinho"?
- tem o quê?
- tá... dez reais pra comprar os livrinhos.
- não. a titia nao recebeu ainda.
- ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh....
mas aí durante o treino de tkd fiquei pensando nos trinta reais que deveria ter deposiatdo para o sabonim e que estavam lá, dando sopa, na carteira... e fiquei lembrando da carinha de decepção da isadora.
fui no abastecimento e foi níver do meu coordenador :
~> fizemos uma festa surpresa com declarações e tudo <~
e vê-lo chorar de felicidade foi bom... como é bom ser querido, ser amado.
eu: - Irmão, nas suas tribulações, lembre-se de nós que te amamos muito!
márcio: - nunca me esquecerei dessa festa, porque para mim foi a melhor festa da minha vida!
foi bom... foi um momento gostoso, de fraternidade. ser de Deus é isso: ser feliz com a felicidade do próximo.
voltando a isadora... acordei com ela pedindo dinheiro baixinho para o meu pai, e claro, minha mãe gritando do outro lado que não tinha dinheiro, porque para a minha mãe não há nada mais importante que dinheiro... todo dia a todo momento só fala nessa coisa, nem vive por causa dele e isso consegue estragar o meu dia.
mas lembrei do dinheiro do sabonim... fui lá peguei e disse:
- isadora, escuta aqui... eu vou te emprestar os dez reais, tá. e assim que você começar a trabalhar você me paga, certo?
^^ ^^
- posso te pagar só cinco tia?
kkkkkkkkkkkkkkk.... já é turca desde cedo, hein!!!!
e ela ficou rindo à toa e eu com o coração feliz, muito feliz mesmo!!!
* isadora, minha sobrinha do meio, tem só 5 aninhos... até ela comecar a trabalhar.....
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sábado, 1 de março de 2008
não fui no tkd
será que todo mundo tem irmãs ou irmãos folgados como eu?
porque meu deus, elas são folgadas demais e sou eu quem escuto as reclamações da minha mãe. já estou de saco cheio disso...
eu evito dar o que falar lá em casa, aço tudo direitinho e só levo, só me ferro, sempre foi assim.
não que eu seja santa, mas pelo amor de deus, elas são demais...e além delas serem folgadas ainda arrumam uns maridos que são iguais, puta folga desse povo.
ontem tinha treino e estava toda animada mas ai, minha mãe que fala pra caralho, ficou falando, falando e falando na minha cabeça q ue tinha médico, que não podia perder o retorno....
aí, eu na maior calma disse: _ mas mãe, a senhora não sabia q tinha médico? por que não falou pra elas ou desmarcou o dia? aí, ela como sempre disse: _ porque? eu já to cansad, criei minhas filhas e agora tenho que ficar olhando de netos... e por aí vai, como se os filhos fossem meus. porque ela não desaba em cima das ditas cujas?
aí, falei pra ela ir que esperaria o rafael chegar... pior coisa que fiz!
ele ligou a cobrar pra dizer que chegaria só as 21:00... sinceramente, senti um aperto enorme de raiva no coração. porque na quinta-feira eu fico até terminar... e eu, toda animada não pude ir.
mas valeu a pena, a maria luzia me chamou de tia ^^. na vedade ela disse ti, ti... mas eu sei que ela quis dizer tia.
fiquei brava mesmo, dava pra ver na minha cara, até porque eu não consigo disfarçar...
e minha mãe, percebeu como todo o mundo e disse: _ o que você quer que eu faça? me deu vontade de dizer assim: _ que você reclame com elas e que pare de se fazer de vítima. mas fiquei quieta...
foi melhor calar.
porque meu deus, elas são folgadas demais e sou eu quem escuto as reclamações da minha mãe. já estou de saco cheio disso...
eu evito dar o que falar lá em casa, aço tudo direitinho e só levo, só me ferro, sempre foi assim.
não que eu seja santa, mas pelo amor de deus, elas são demais...e além delas serem folgadas ainda arrumam uns maridos que são iguais, puta folga desse povo.
ontem tinha treino e estava toda animada mas ai, minha mãe que fala pra caralho, ficou falando, falando e falando na minha cabeça q ue tinha médico, que não podia perder o retorno....
aí, eu na maior calma disse: _ mas mãe, a senhora não sabia q tinha médico? por que não falou pra elas ou desmarcou o dia? aí, ela como sempre disse: _ porque? eu já to cansad, criei minhas filhas e agora tenho que ficar olhando de netos... e por aí vai, como se os filhos fossem meus. porque ela não desaba em cima das ditas cujas?
aí, falei pra ela ir que esperaria o rafael chegar... pior coisa que fiz!
ele ligou a cobrar pra dizer que chegaria só as 21:00... sinceramente, senti um aperto enorme de raiva no coração. porque na quinta-feira eu fico até terminar... e eu, toda animada não pude ir.
mas valeu a pena, a maria luzia me chamou de tia ^^. na vedade ela disse ti, ti... mas eu sei que ela quis dizer tia.
fiquei brava mesmo, dava pra ver na minha cara, até porque eu não consigo disfarçar...
e minha mãe, percebeu como todo o mundo e disse: _ o que você quer que eu faça? me deu vontade de dizer assim: _ que você reclame com elas e que pare de se fazer de vítima. mas fiquei quieta...
foi melhor calar.
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